Poesia | José Bonifácio – Machado de Assis

De tantos olhos que o brilhante lume
Viram do sol amortecer no ocaso,
Quantos verão nas orlas do horizonte
         Resplandecer a aurora?

Inúmeras, no mar da eternidade,
As gerações humanas vão caindo;
Sobre elas vai lançando o esquecimento
         A pesada mortalha.

Da agitação estéril em que as forças
Consumiram da vida, raro apenas
Um eco chega aos séculos remotos,
         E o mesmo tempo o apaga.

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Inglês | Como se diz “mudar de ideia”?

Hoje, nessa postagem, iremos aprender como dizer mudar de ideia em inglês. Verá que não é nada de outro mundo, simples e fácil como em português. Observe os exemplos e a explicação a seguir.

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Poesia | Los Heraldos Negros – César Vallejo

Hay golpes en la vida, tan fuertes… ¡Yo no sé!
Golpes como del odio de Dios; como si ante ellos,
la resaca de todo lo sufrido
se empozara en el alma… ¡Yo no sé!

Son pocos; pero son… Abren zanjas oscuras
en el rostro más fiero y en el lomo más fuerte.
Serán tal vez los potros de bárbaros Atilas;
o los heraldos negros que nos manda la Muerte.

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Poesia | Whispers of Immortality – T. S. Eliot + tradução

Webster was much possessed by death
And saw the skull beneath the skin;
And breastless creatures under ground
Leaned backward with a lipless grin.

Daffodil bulbs instead of balls
Stared from the sockets of the eyes!
He knew that thought clings round dead limbs
Tightening its lusts and luxuries.

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Resenha | Hoje avental, amanhã luva – Machado de Assis

Aos vinte anos de idade, contagiado pelo trabalho que exercia como crítico teatral na revista O Espelho e no Diário do Rio de Janeiro, o jovem Joaquim publica, em março de 1860, no jornal A Marmota, a sua primeira peça: Hoje avental, amanhã luva. Aquele garoto viria a ser ninguém mais, ninguém menos que o grande escritor brasileiro: Machado de Assis.

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