Como criar uma rotina de estudos para aprender outro idioma?

Qual foi a última vez que você aprendeu algo novo?

Quando a nossa curiosidade e paixão é aguçada por um novo objeto, não é difícil encontrar o aprendizado atraente. Sabemos do esforço e tempo investido, mas o que importa? As sensações que percorrem o seu corpo e mente quando os desafios e dificuldades são superados é maior que qualquer coisa. Não é isso que você sente ao aprender outro idioma? Cada palavra nova entendida, cada frase bem construída, cada comunicação realizada lhe traz um gosto diferente à boca, ao moral.

Após certo período, contudo, a correria do dia a dia lhe absorve, você se perde nas tarefas e os objetivos linguísticos ficam descuidados. Ao olhar para a lista psicológica das “coisas por fazer” você se sente sufocado e, no fim, querendo fazer muito, acaba não fazendo nada. Talvez o estudo de idiomas não seja para você, talvez nunca consiga se comunicar de forma fluida com um nativo. Deixe isso para quem nasceu com o dom de línguas, certo?

Errado!

Seu problema não é a falta de um talento para aprender idiomas, o seu problema é a falta de organização, mas hoje nós superaremos mais esse obstáculo na trajetória linguística.

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Quanto tempo leva para aprender outro idioma?

Quando iniciamos um novo projeto, é natural calcularmos o tempo que investiremos nele, e com a aquisição de uma nova língua não é diferente. Com o frenesi e as promessas da vida moderna, perdemo-nos entre os “fique fluente em seis meses” e os oito anos presos num curso de idiomas. Mas afinal, quanto tempo leva para aprender uma nova língua?

A fluência é um termo bastante discutido entre os linguistas, pois o que é ser de fato fluente? É ter a habilidade de pedir uma informação na rua ou a de ler um ensaio científico? Perceba que não é tão simples defini-la. A velocidade com que se aprende outra língua depende de algumas coisas, como:

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5 Aplicativos para aprender inglês

Se você está buscando aplicativos para aprender inglês, veio ao lugar certo. Nessa postagem nós disponibilizamos cinco dos mais eficazes para os iniciantes na língua, levando em consideração seus prós e contras, bem como os destaques de cada aplicação. Quatro das cinco opções baseiam-se na língua materna, ou seja, trabalha também com a tradução de palavras e frases; já na quinta, trabalhamos o inglês pelo inglês. Todas têm a grafia e a pronúncia dos vocábulos aprendidos, imagens e jogos para fixá-los.

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Como fixar o vocabulário aprendido?

Como não esquecer as palavras aprendidas em uma língua estrangeira? Essa é a grande questão.

A fluência é mesurada através da quantidade de vocábulos que conhecemos, isto é, das palavras que identificamos sem esforço e sabemos usar corretamente, seja através da escrita ou da fala. Realizar as atividades propostas no seu curso de inglês, espanhol ou qualquer outro idioma, não terá os resultados mais efetivos se você não personalizar esses exercícios. Para internalizar novas palavras é preciso fazê-las parte da sua vida. E é por isso que hoje trago 7 passos para fixar o vocabulário e jogos para divertir-se enquanto aprende.

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10 Palavras em Português Arcaico

Gosto de ler textos em português arcaico, admito. Passo grande parte do meu tempo livre lendo obras anteriores ao século XX, decifrando frases e desfrutando da companhia de y, ph, ff e th. Faço isso por três razões principais: curiosidade linguística, noção etimológica e exposição a novas velhas palavras. Após algum período dessa prática, formei um breve léxico e hoje o comparto consigo.

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Galicismo: a influência francesa no Português

Uma breve história antes de entrarmos nos exemplos de galicismos. No banco, enquanto aguardava a minha hora de ser atendida, uma palavra, pela primeira vez, chamou-me a atenção: guichê. Soou-me estranha, não portuguesa; assim resolvi ganhar tempo pesquisando a etimologia daquela que me picou a curiosidade. Como imaginado, guichê vem do francês guichet, que, em bom português, significa postigo, ou “pequena porta”. Por ter sido uma grande influência mundial, a França alcançou também o Brasil — a bandeira nacional que o diga — então, fruto do ócio ou da inquietação, comecei a pensar o quanto do francês não passa como língua vernácula, hoje.

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Por que o Português e o Espanhol são tão parecidos?

Você começou a aprender espanhol e, comparando-o com o português, chegou a seguinte pergunta: por que a língua portuguesa é tão parecida com a espanhola? Pois nessa postagem eu lhe conto três das principais causas.

Lembro-me ainda de pensar, quando criança, ao escutar a abertura de uma novela mexicana que passava no SBT, que o espanhol era um português “mal falado” — desconhecia, claro, a existência doutras línguas. Minha ignorância durou até, mais ou menos, a quinta série, tempo em que tive de optar entre o espanhol e o inglês para o aprendizado de uma segunda língua; escolhi o primeiro. Rapidamente, por serem tão parecidos os idiomas, comecei a misturá-los, lançando palavras no campo português onde, ao invés de brotar trigos, nasciam joios: era a sega dos falsos cognatos. Conversava com nativos, lia livros e escutava áudios sem muita atenção, até que um ponto de interrogação pairou sobre a minha cabeça: por que o português e o espanhol são tão parecidos?

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